O Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) e o Observatório MulherES participaram de um encontro institucional com representantes da Prefeitura de Maringá (PR) para contribuir com a estruturação do Observatório da Mulher no município paranaense. A agenda teve como foco a troca de experiências, apresentação de metodologias e discussão de caminhos práticos para a implantação da iniciativa.
Durante o encontro, foram apresentados os principais instrumentos utilizados no Espírito Santo, incluindo a organização de painéis de dados, integração de bases públicas e a oferta de serviços de informação voltados ao enfrentamento da violência contra a mulher. A experiência capixaba tem se consolidado como referência ao articular diferentes fontes de dados e promover maior transparência e acesso à informação.
“A cooperação entre os estados demonstra como o compartilhamento de experiências bem-sucedidas pode contribuir para a construção de soluções mais eficientes e integradas, promovendo avanços concretos na proteção e garantia de direitos das mulheres”, destacou o diretor-geral do IJSN, Pablo Lira.
A diretora de Desenvolvimento Econômico do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Maringá (IPPLAM), Laura Granzotto, destacou a importância da parceria e os avanços proporcionados pelo diálogo:
“Tivemos um encontro produtivo para avançar na criação do Observatório da Mulher de Maringá (PR). Agradecemos ao Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) e ao Observatório Mulheres – Vitória (ES) pela parceria e pela apresentação de sua estrutura de painéis, dados e serviços.
Discutimos caminhos práticos para implantação local, incluindo o uso de dados públicos consolidados (PNAD, DataSUS, etc.), a necessidade de convênios/termos com secretarias e forças de segurança, e a elaboração de um decreto ou dispositivo institucional que formalize o Observatório. A experiência apresentada demonstra como um observatório organizado pode fortalecer a prevenção e o enfrentamento da violência contra a mulher, ao compilar dados, mapear serviços (saúde, delegacias, assistência social) e produzir estudos para embasar políticas públicas.”
Laura Granzotto ainda destacou o caráter mobilizador de um observatório:
“A transparência e a visibilidade que um observatório oferece ajudam a mobilizar secretarias e a sociedade civil para corrigir lacunas de informação e melhorar fluxos de atendimento”.
A iniciativa reforça o papel do IJSN na disseminação de boas práticas em monitoramento e avaliação de políticas públicas, além de evidenciar o potencial dos observatórios como instrumentos estratégicos para qualificar a gestão pública, ampliar a transparência e fortalecer ações de prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher.
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