A etapa concluída consiste na digitalização e georeferenciamento de um total de 235 fotos aéreas, pertencentes ao acervo do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do ES (IDAF), que cobre toda a faixa litorânea do Estado. Com o georeferenciamento dessas fotografias datadas de 1970, já será possível mapear a linha de costa de todo o Estado naquele ano e comparar com imagens atuais para analisar as transformações.
“Se o mar estiver subindo, ocorre o risco de regiões muito baixas, como Vila Velha, serem alagadas, porém, não necessariamente pelo mar. Uma consequência é que quando uma quantidade de chuva intensa e maré alta atingem uma determinada região, a água não consegue escoar de forma natural. Logo, se ocorre um avanço do nível do mar, esses alagamentos serão mais constantes, pois, a quantidade de chuva para que a região alague será menor”, afirma Teubner.
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Texto: Cristian Favaro