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Novo Caderno DRS apresenta perfil da pobreza no Espírito Santo

DRS

O Projeto Desenvolvimento Regional Sustentável (DRS) publicou, nesta sexta-feira (09), mais um fascículo da série Cadernos DRS, que apresentam os diagnósticos integrados que atuarão como insumos para a elaboração do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Espírito Santo.

A edição visa analisar a pobreza enquanto questão social relevante para o desenvolvimento regional sustentável do Espírito Santo, com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua anual) 2012/2018 do IBGE e do Cadastro Único (CadÚnico), do ano de 2019.

De acordo com a pesquisa, o percentual da população pobre no Espírito Santo foi 20,8 % no ano de 2018. Isso corresponde a aproximadamente 827 mil pessoas vivendo com menos de R$ 415,40 por mês. Este é o valor de referência indicado pelo Banco Mundial como limite abaixo do qual as pessoas não conseguem obter os recursos necessários para sobreviver. O Estado apresentou um percentual inferior ao do Brasil (25,3%) e superior ao da Região Sudeste (16,3%), o que o posiciona em 11º lugar entre as unidades da federação.

O estudo revela ainda que o percentual de pessoas extremamente pobres, ou seja, aquelas que recebem até R$143,50 por mês, no Espírito Santo foi de 4,0%. Isso corresponde a aproximadamente 157 mil pessoas vivendo em situação de extrema pobreza. Nessa medida, o Estado apresentou um percentual inferior ao do Brasil (6,5%) e superior ao da Região Sudeste (3,2%), ficando, também, na 11º posição entre as unidades da federação.

Entre as microrregiões do Espírito Santo, de acordo com os dados do CadÚnico 2019, as três com maiores estimativas de pobres foram Noroeste, com 34,5%; Nordeste, com 34%; e Caparaó, com 31,9%. Entre as que apresentam as menores estimativas de pobres foram Central Sul, com 18,8%; Metropolitana, com 19%; e Central Serrana, com 22,8%.

Ainda segundo o CadÚnico 2019, em relação a extrema pobreza, as três microrregiões do Estado com os percentuais mais elevados foram as microrregiões Noroeste (22,4%), Nordeste (21,7%) e Litoral Sul (19,2%). As microrregiões Centro-Oeste (11,3%), Central Sul (11,5%) e Central Serrana (12,2%) apresentaram as menores estimativas de extremamente pobres.      

Para conferir o estudo completo e os demais Cadernos DRS já publicados, clique aqui.

  

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