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Conselho de Desenvolvimento da Microrregião Centro-Oeste é instituído

Conselho de Desenvolvimento da microrregiao centro oesteO Conselho Regional de Desenvolvimento da Microrregião Centro-Oeste foi instituído, nesta quinta-feira (01), durante evento na cidade de Colatina. Em comum acordo, os presentes ao encontro definiram que o prefeito de Baixo Guandu, Neto Barros, deverá desempenhar as atividades de presidente do conselho.

Para o coordenador executivo do Plano Regional de Desenvolvimento, o secretário interino de Estado de Desenvolvimento, Paulo Menegueli, a instituição do conselho é mais um passo para a consolidação do desenvolvimento econômico de forma sustentável e equilibrada. “A microrregião centro-oeste tem grande importância para o crescimento do Estado, e queremos potencializar toda essa força. Vamos unir os interesses da sociedade civil, setor produtivo, poderes executivo e legislativo e demais entidades para que juntos possamos traçar estratégias que favoreçam ainda mais o desenvolvimento da região”, explicou.

O secretário de Estado de Economia e Planejamento, Álvaro Duboc, destacou a importância deste tipo de iniciativa para a melhoria dos serviços oferecidos ao público. “A partir dos desafios, oportunidades e potencialidades de cada uma das dez microrregiões do Espírito Santo, nosso Governo trabalha para estimular o desenvolvimento do Estado de forma sistêmica e sustentável. Estimula um ambiente em que possam ser debatidas e definidas diretrizes e ações integradas, levando em consideração os interesses do poder público local, do setor produtivo e da academia, em cada microrregião. Dessa forma, busca também obter a melhoria da qualidade dos serviços públicos oferecidos à população”, afirmou.

Durante o encontro, o diretor-presidente do Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), Luiz Paulo Vellozo Lucas, apresentou o panorama da microrregião. "Do ponto de vista econômico, a microrregião tem uma centralidade urbana em Colatina, que tem o maior PIB per capita da região. E, muito embora a receita corrente líquida do município não seja a mais alta, este é disparado o município que gera mais empregos formais na região. Deste modo, é preciso entender o conceito de prosperidade de forma mais ampla, para além da simples avaliação do PIB. Se fizermos isso, vamos ver Colatina como um polo irradiador de desenvolvimento".

Luiz Paulo Conselho de Desenvolvimento da microrregiao centro oesteLuiz Paulo Vellozo Lucas pontou as potencialidades vinculadas à agricultura e aos ativos naturais: "Temos aqui (na microrregião centro-oeste) um enorme aumento potencial da receita/ano por hectare, por exemplo, nas culturas que já existem na região, como a fruticultura, a pimenta-do-reino e o próprio café; o Parque Nacional dos Pontões Capixabas e a capital estadual do voo livre, Baixo Guandu, como potenciais turísticos excelentes; cinco instituições de ensino superior e a fazenda experimental do Incaper, em Marilândia, como potenciais ao desenvolvimento de pesquisas e inovação; além da existência do Consórcio Público Rio Guandu, com projetos de recuperação nativa que somam 3.320 hectares".

Fala Conselho de Desenvolvimento da microrregiao centro oesteA secretária de Estado de Direitos Humanos, Nara Borgo, que é natural de Pancas, será uma das coordenadoras deste Conselho, representando o Estado. Na oportunidade, Nara destacou a importância da implementação dos Conselhos de Desenvolvimento Regionais e ressaltou as potencialidades da região. “Uma vez que conseguimos fortalecer todas as regiões do Estado, incluindo o interior, a gente tem um Estado mais forte, com uma melhor economia, cultura, lazer, entre outros. Apesar dos desafios que sabemos que temos no interior, esta região tem grande potencial – especialmente no que diz respeito a voo livre, parapente, escalada, pedras ornamentais, agricultura e pecuária, por exemplo –, e este Conselho vai ser extremamente importante para que a gente consiga desenvolver essas potencialidades”, enfatizou a secretária." 

Além o Poder Executivo municipal, os conselhos são compostos por representantes do Poder Legislativo, setor produtivo, entidades locais e demais organizações da sociedade civil. Integram a microrregião centro-oeste os municípios de Alto Rio Novo, Baixo Guandu, Colatina, Pancas, Governador Lindenberg, Marilândia, São Domingos do Norte, São Gabriel da Palha, São Roque do Canaã e Vila Valério.

Os conselhos

Ao todo, nove conselhos serão instalados até o mês de setembro. A microrregião centro-oeste é a sexta a eleger seus membros. O primeiro conselho foi instituído no dia 16 de maio e contemplou a microrregião central-sul. O prefeito de Cachoeiro de Itapemirim, Victor Coelho, e o prefeito de Vargem Alta, João Altoé, foram os indicados para desempenhar as funções de presidente e vice-presidente, respectivamente.

No dia 30 de maio, o Conselho Regional de Desenvolvimento do Litoral-Sul foi implantado, tendo como presidente o prefeito de Anchieta, Fabrício Petri. Já o Conselho Regional da Microrregião do Caparaó tem como presidente a prefeita do município de Guaçuí, Vera Costa. O prefeito de Ibitirama, Reginaldo Simão, responderá como vice. A formação foi realizada no dia 13 de junho.

No dia 28 de junho foi implantado o Conselho Regional de Desenvolvimento da microrregião sudoeste serrana, que terá como presidente o prefeito de Conceição do Castelo, Christiano Spadetto. O prefeito de Laranja da Terra, Josafa Storch, responderá como vice.

No dia 05 de julho, a Microrregião Central-Serrana definiu a composição do seu conselho. O prefeito da cidade de Santa Teresa, Gilson Amaro, foi indicado como presidente, enquanto o prefeito de Itarana, Ademar Schneider, responderá como vice.

Na Grande Vitória, as ações serão realizadas pelo Conselho Metropolitano de Desenvolvimento da Grande Vitória (Comdevit), que reúne os sete municípios que compõem a região – Vitória, Vila Velha, Serra, Cariacica, Viana, Guarapari e Fundão.

 Publico Conselho de Desenvolvimento da microrregiao Centro Oeste

Plano Regional de Desenvolvimento

O Plano Regional de Desenvolvimento foi lançado pelo Governo do Estado no dia 10 de abril, em Cachoeiro de Itapemirim. O coordenador executivo do Plano, o secretário interino de Estado de Desenvolvimento, Paulo Menegueli, lembra que o objetivo dos conselhos é criar um ambiente de articulação e integração de interesses das microrregiões a partir das vocações, desafios e oportunidades identificadas para cada área e buscar o desenvolvimento regional integrado de forma equilibrada e sustentável.

Além da Secretaria de Estado de Desenvolvimento (Sedes), fazem parte do comitê gestor do Plano, a Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional (Secti), a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes), a Secretaria de Economia e Planejamento (SEP) e o Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN).

A política de desenvolvimento regional tem como diretriz o equilíbrio do desenvolvimento em todo Estado, buscando potencializar os arranjos produtivos existentes e gerar novas oportunidades. A ação de governo se orienta pela busca do equilíbrio e contemplará ações bem estruturadas, focadas na busca de investidores capazes de consolidar ou adensar cadeias produtivas já existentes.

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