Apesar da crise, carteira de investimentos do Espírito Santo ultrapassa 57 bilhões

Noticia Investimentos 2016 Dado corresponde ao período que vai de 2015 a 2020 

A carteira de investimentos anunciados para o Espírito Santo alcançou a marca de R$ 57,04 bilhões para o período entre 2015 e 2020. O dado consta no Caderno de Investimentos, que é publicado anualmente pelo Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) após um levantamento elaborado pela Coordenação de Estudos Econômicos (CEE) em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento (Sedes). A pesquisa considera somente projetos com investimentos acima de R$ 1 milhão.

O setor de Infraestrutura representa 83,3% do total dos investimentos no Estado e prevê a injeção de R$ 47,5 bilhões na economia.  Dos 621 projetos anunciados, 259 correspondem à Infraestrutura. Comércio, serviços e lazer despontam com 104 projetos que devem gerar R$ 4,1 bilhões ao Espírito Santo até 2020. O setor da Indústria movimentará em torno de R$ 3 bilhões e envolve 50 projetos. Além disso, outros serviços devem injetar aproximadamente R$ 2,4 bilhões. 

Investimentos por microrregião

O Litoral Sul capixaba lidera o ranking de investimentos por microrregiões e recebe R$ 23,8 bilhões distribuídos em 52 projetos. Em segundo lugar está a Região Metropolitana com R$ 14,4 bilhões. 

Origem do capital

Segundo o IJSN, o capital dos investimentos anunciados tem origem do setor privado nacional com 43,9% de participação no valor total, 29,1% vem do capital estrangeiro, 13,7% são provenientes do capital público e, por último, o capital misto ocupa 13,3% do montante.

Ritmo de queda diminui

Em comparação com as carteiras de investimentos anteriores, observa-se um menor ritmo de queda. Entre os períodos de 2013-2018 e 2014-2019 houve queda de 35,9% dos investimentos anunciados para o Espírito Santo. Mas no comparativo entre 2014-2019 e a carteira de 2015-2020, a queda constatada foi menor, apresentando redução de 16,7%. 

Mudança na metodologia

Até a publicação do documento anterior, relativo ao período 2014-2019, a carteira de investimentos anunciados contemplava os investimentos concluídos no primeiro ano da série. A partir desta publicação, 2015-2020, estes investimentos concluídos no primeiro ano da série foram descontados da base de dados.  

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